domingo, 8 de febrero de 2009

Milano


















Desculpa qualquer coisa, mas os FranSeola são ótimos anftriões. Mesmo querendo nos matar porque reduzimos nossa estadia de quatro dias a dois, se desdobraram pra nos mostrar os pontos mais interessantes de Milão. Ufa, e como tem coisa! Baita surpresa! Vontade de mandar um guia made by FranSeola pra todo mundo que fala mal da cidade lá em Barcelona... como é que podem falar que Roma é mais legal?!?

O Duomo pelo visto é o centro de tudo. Uma igreja linda do lado de uma galeria maravilhosa e várias lojas. A Franci tem razão. A H&M nova de Barcelona é bonitinha e pode até ter personal stylist, que acho o máximo, mas a de lá dá um banho. Enorme e cheia de desenhos lindos nas paredes.

Me apaixonei pela Fiorucci, que pelo que eles explicaram não é mais Fiorucci. (Achei que tinha entendido, mas percebi agora que tenho que pesquisar melhor essa história.) Tema de anõezinhos, jardins, cogumelos e viadinhos. Um amor!!!

Fomos também num museu que na verdade é a casa do Castiglioni, um designer da velha guarda italiana, daqueles fodões cheios de produtos maravilhosos e conhecidos. A visita é um bate-papo com a filha dele, que mostra, com a paixão de uma filha, toda o processo de criação do pai. Emocionante!

Depois encontramos a Paulinha na estação e demos mais mil voltas. Conhecemos a Corso Como e a famosa loja do número 10, que jurei que era algo estilo Colette, mas achei que não, que é algo muito mais comprável e inspirador. Comemos sorvete na tal Chocolat, café expresso numa padaria charmosa e o almoço foi no Burguer King mesmo, pra não perder tempo comendo.

Comprei a câmera da By Speranza na FNAC, metrô pra cá, metrô pra lá e fomos num típico aperitivo milanês. É o máximo: num determinando horário, tipo entre 6 e 9 da noite, a gente entra nos bares e paga 7 euros por um drink (qualquer um, pode pedir que rola!) e podemos comer à vontade. Dizem que na maioria das vezes são só pratos frios, mas a gente comeu macarrão, purê, batatas, saladas e milhões de outras coisas maravilhosas.

Enquanto isso discutíamos a guerra, o jeitinho brasileiro, os preconceitos, as histórias dos nossos pais, nossas culpas, medos, etc etc etc.

Chegamos no apê e o Seola capotou. Enquanto eu e as gurias bebíamos e continuávamos falando pelos cotovelos e brincando com minha caixinha de Freud, o Viti pintou uma parede pra eles. Sou suspeita, mas achei linda, linda, linda! Acho que eles curtiram também.




Hoje partimos cedo... tipo uma da tarde. Ok, nem manhã é, mas, pra quem foi dormir às 5:30, acordar pra comprar outra mala (agora foi a minha que quebrou) não foi a coisa mais fácil do mundo.

Ah, vimos mais produtos que o Viti fez pra Imaginarium. Detalhe é que dessa vez eles mudaram as artes pra não pagar royalties. Cúmulo o desrespeito desses chineses!

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