Trata-se de uma enfermidade aguda causada pelo bacilo Viagins Exterioris descoberto em 1492 pelo navegador genovês Cristóvão Colombo, morfologicamente muito semelhante ao bacilo causador da varíola.
Contágio
Os bacilos são transmitidos em lugares distintos do local de nascimento e residência inicial do enfermo, particularmente em lojinhas de design e ruas charmosas da Europa. Porém, ficam latentes, vindo a manifestar sintomas apenas quando o enfermo retorna ao seu habitat natural.
Profilaxia
As vacinas ainda estão em teste, e até o presente momento apenas as depressões pós-viagens aos Estados Unidos podem ser prevenidas. Aproveitar muito, tirar muitas fotos, gastar um pouco mais que o normal, curtir, rir de tudo e de todos é altamente recomendável a quem teve exposição ao bacilo. Já que a enfermidade é inevitável, que não existam arrependimentos.
Sintomatologia
Os sintomas se manifestam entre 5 e 10 dias após a volta da viagem e podem durar até dois anos, quando não forem irreversíveis. Inicialmente, caracteriza-se por irritabilidade, cefaléia, apatia, tédio e vontade de pegar um avião. Se o processo não puder ser controlado, a pessoa poderá ser pega arrumando malas em plena madrugada.
Diagnóstico
Através de anamnese. Pergunte qualquer coisa sobre a viagem. Se continuar escutando histórias depois de quatro horas, o diagnóstico é positivo e o paciente pode ser internado por DPVE (E você por loucura! Quatro horas agüentando o papo?)
Tratamento
Conhecer a Índia, a China, a Austrália, o Japão, a Turquia, o Chile, a Costa Rica...
Ao persistirem os sintomas, o paciente deve procurar viajar novamente.
viernes, 27 de febrero de 2009
Suscribirse a:
Enviar comentarios (Atom)


2 comentarios:
HUhauhaahuhuahua... DEMAIS!!!!!
buáaaaaaaaaaaa!
é verdade...
meu auto-tratamento é nem pensar em certas coisas aqui em floripa.
welcome home, nina!!
Publicar un comentario